“CORPOS QUE ESCAPAM”

Cadernos de Gênero e Diversidade

Endereço:
Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
Salvador / BA
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Site: https://portalseer.ufba.br/index.php/cadgendiv/index
Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

“CORPOS QUE ESCAPAM”

Ano: 2024 | Volume: 10 | Número: 2
Autores: D. L. Santos, J. R. S. Silva, N. S. Sousa, J. R. L. Silva
Autor Correspondente: J. R. L. Silva | jrodolfolopes@hotmail.com

Palavras-chave: Masculinidades, Gênero, Educação Infantil

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente artigo tem como objetivo compreender a partir de conversas com quatro (04) professoras de uma creche pública, localizada no município Mairi, Bahia, como compreendem, reproduzem e (re)investem acerca das masculinidades. A pesquisa, de viés qualitativo, teve a sua empiria produzida a partir das conversas como dispositivo de pesquisa. Nas conversas realizadas buscamos compreender como as professoras percebiam e trabalhavam nos espaçostempos da Creche, a produção das masculinidades e feminilidades dos sujeitos socialmente definidos como meninos e meninas. De modo a ampliarmos o debate acerca das interfaces entre gênero, criança, infância e masculinidades, ancoramo-nos em autoras/es das temáticas em questão. Este mesmo arcabouço teórico foi utilizado para (des)tecer diálogos e análises com as conversas realizadas com as professoras. As conversas (não) finais da pesquisa, apontam para ideias hegemônicas de padronização e regulação da masculinidade, gênero e sexualidade, defendidas por uma naturalização biológica e um discurso binário de gênero, presentes nas experiências narradas. Com o estudo, percebemos a necessidade de formação/ões docente que trabalhem com as questões de gênero, sexualidade e outros marcadores sociais de modo plurais, demonstrando que os modos de (re)existências dos corpos-vidas são múltiplos e diversos, construídos em meio aos desafios e possibilidades.