Este estudo analisa o "teto de vidro" nas carreiras femininas em Facility Management (FM), em São Paulo. Com 13 entrevistas e análise pelo software RStudio, revela uma "taxa feminina" paga pelas profissionais ao longo de suas trajetórias, agindo como contramedida às barreiras invisíveis. A recorrência do imperativo do "fazer mais" impõe um ônus suplementar às mulheres para avançar nas organizações. O estudo destaca a relevância crescente da discussão de gênero no mercado de trabalho brasileiro, oferecendo uma perspectiva única sobre o "teto de vidro" no contexto do FM feminino.