Avaliação estrutural e potencial produtivo de Mimosa tenuiflora em plantio de 11 anos no semiárido potiguar

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

Avaliação estrutural e potencial produtivo de Mimosa tenuiflora em plantio de 11 anos no semiárido potiguar

Ano: 2026 | Volume: 4 | Número: 1
Autores: Cleyton dos Santos Souza Leandro Nicholas Albuquerque Silva Laisa Soares Silva Marcos Ilson de Oliveira Teixeira Sabrina Cristiane Praxedes Targino Pedro Augusto de Abreu Batista Leonardo da Silva dos Santos Maria Gabriela do Nascimento Jacqueline Wanessa de Lima Pereira Maria José de Holanda Leite Elaine Cristina Alves da Silva Anderson Palmeira dos Santos Alan Holanda, Leandro Nicholas Albuquerque Silva, Laisa Soares Silva, Marcos Ilson de Oliveira Teixeira, Sabrina Cristiane Praxedes Targino, Pedro Augusto de Abreu Batista,Leonardo da Silva dos Santos, Maria Gabriela do Nascimento, Jacqueline Wanessa de Lima Pereira, Maria José de Holanda Leite, Elaine Cristina Alves da Silva, Anderson Palmeira dos Santos, Alan Holanda
Autor Correspondente: Cleyton dos Santos Souza | contato@revistaowl.com.br

Palavras-chave: Caatinga, jurema-preta, biomassa florestal, silvicultura, sustentabilidade

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este estudo avaliou a estrutura e o potencial produtivo de Mimosa tenuiflora (jurema-preta) em um plantio de 11 anos, localizado no município de Upanema-RN, inserido na região semiárida do Brasil. A área experimental, com três hectares e espaçamento em linhas duplas de 4 × 2 × 4 m, apresentou densidade final de aproximadamente 382 indivíduos por hectare, resultante de uma taxa de mortalidade estimada em 54,2%. A análise estrutural revelou crescimento vertical relativamente uniforme, com altura média de 5,01 m e diâmetro médio (DAP) de 10,37 cm, indicando a predominância de indivíduos policaule e limitação no crescimento lateral. O volume médio por indivíduo foi de 0,027 m³, correspondendo a um volume médio de 10,36 m³·ha⁻¹ e volume total de 31,07 m³ na área avaliada. Os resultados demonstram o bom desempenho silvicultural e a capacidade de adaptação de M. tenuiflora às condições edafoclimáticas da Caatinga, destacando-a como uma espécie estratégica para o estabelecimento de plantios florestais e sistemas agroflorestais sustentáveis no semiárido brasileiro.