Bar Xá de Flor, 30 anos depois

Cadernos de Gênero e Diversidade

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Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Bar Xá de Flor, 30 anos depois

Ano: 2023 | Volume: 9 | Número: 3
Autores: R. J. O. Junior
Autor Correspondente: R. J. O. Junior | ribamar@ufrj.br

Palavras-chave: Cinema, Queer, Xá de flor, Cariri, Ceará

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Ao rever o documentário “Xá de Flor é uma canção” (1993) de Maria Dias e Cristina Diôgo, busco refletir sobre o filme 30 anos depois na região do Cariri cearense. Para isso, busco pensar a nostalgia como uma reação criativa do presente para perceber o espaço-temporal do documentário como um modo de habitar essa projeção do passado para frente, na busca por essas histórias de continuidades, de possibilidades de outras formas de estar juntos. Entre cinema e festa, vejo como a obra desperta sensações e cria memórias diante da noite que uma bicha nostálgica não lembra e nem viveu. Xá de Flor é essa viagem-canção que um dia foi embalada em garrafa por cabeludo que mexia com ervas e tinha na cabeça essa utopia dançante que mexe conosco até hoje, tal como um tipo de alquimia queer que faz desses artistas da noite padroeiros de nós, clubbers nostálgicas.