A cultura pode ser encarada como sinônimo de erudição, retratando as oportunidades de acesso a informações e saberes que os sujeitos têm ao longo de sua trajetória de vida ou, como propõe o autor do presente artigo, como experiência que pode ser vivida em diferentes dimensões – ética, polÃtica e econômica – que relaciona cultura à ampliação da liberdade e criação de novas formas de vida. O autor discorre sobre alguns exemplos de experiência cultural, relacionando-os a diferentes modos de ampliação de horizontes. Conclui afirmando a necessidade de maior organização dos setores que trabalham com a criação cultural e sugerindo a ligação entre cultura e justiça social, de modo a transformar a cultura numa experiência libertária capaz de reduzir as desigualdades sociais.