Podemos dizer que 2025 tem sido um dos anos de maior desafio para a superação ou, ao menos, oposição aos fatos, efeitos e consequências do que denominamos de exceção ou “normalização da exceção” – na prática, equivale a dizer que a exceção se consubstancia como regra, na base conceitual, cultural, epistemológica do senso comum.
Nesse contexto, objetivamos apontar elementos de uma Educação para além da exceção e, neste sentido, destaca-se uma Educação anticapitalista (antirracista), em que não se promova o sionismo de Estado e muito menos o antissemitismo, bem como se avolume uma educação democrática, apontada para a autonomia e a emancipação, pois, afinal, trata-se de uma Luta pelo direito – especialmente se observarmos a Constituição Federal de 1988 e os equipamentos trazidos como aprofundamento do discrímen (aqui, apresentado como sinônimo de “excepcionalidade” e, portanto, antítese da exceção) – porque, como sabemos, toda luta política ocorre em meio à luta de classes.