Em 1990, a Frente Popular de Salvador - composta do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Partido Popular Socialista (PPS) – lançou a Chapa Cor de Rosa, tendo como candidatas três Marias (Maria Lídice, Maria Salete e Maria Elizabeth) que fizeram uma campanha eleitoral feminista para o Governo e Senado, contra Antonio Carlos Magalhães (do Partido da Frente Liberal, PFL, sucessor da Arena, partido da situação na ditadura, e sucedido pelo Democratas, DEM) e Roberto Santos (do Partido do Movimento Democrático Brasileiro, PMDB). Naquele momento, as mulheres romperam uma barreira histórica à sua participação na política institucional.