ESCOLA PÚBLICA E POPULAR E EDUCAÇÃO DO CAMPO

Ideação

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ISSN: 15186911
Editor Chefe: Fernando José Martins
Início Publicação: 31/12/1997
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

ESCOLA PÚBLICA E POPULAR E EDUCAÇÃO DO CAMPO

Ano: 2013 | Volume: 15 | Número: 1
Autores: Fernando José Martins
Autor Correspondente: Fernando José Martins | fernando.martins@unioeste.br

Palavras-chave: Educação do Campo, Escola e Emancipação

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente artigo postula evidenciar a Educação do Campo como uma manifestação material de uma escola pública popular. Parte-se de uma referência marxiana contida em sua crítica ao Programa de Gotha, para refletir a essência da educação pública popular. O conjunto de reflexões aborda a concepção de Estado, para localizar o compromisso social frente à educação e a inserção da população na gestão do mesmo. Nesse sentido, a categoria autonomia é fundamental para relações entre sujeitos sociais e Estado. Também é necessário tratar dos limites da escola atual sob o Capital e a prática educativa popular, que aproxima escola e vida. Assim, a proposição efetuada alia-se ao pleito da escola pública popular, cujo conceito também é detalhado no presente texto. A prática da Educação do Campo é exposta com a finalidade de materializar tais princípios, tanto no plano formal, legal, como pedagógico e prático. Por fim, destaca-se a necessidade da inserção dos movimentos sociais – no qual a Educação do Campo é inserida – e suas dinâmicas na práxis educacional, fator preponderante na construção da educação popular.



Resumo Inglês:

This text postulated to evidence the Field Education as a material manifestation of a popular public school. So far, the debate may seem peaceful, that is, to shape and sustain such an assumption, one starts with a Marxian reference with double intentionality: evidence the sustaining method of reflections and reflect from Marx’s considerations, the essence of popular public education. The set of reflections addresses the concept of State, to find the social commitment to education and population’s inclusion in its management. In this sense, the category autonomy is fundamental to relations between social actors and the State. It is also necessary to address the limits of the current school under the Capital and the popular educational practice, which approximates school and life. In this sense, the proposition carried joins the plea for the popular public school, whose concept is also detailed. The Field Education practice is exposed in order to materialize these principles in formal, legal, pedagogical and practical plans. Finally, there is the need for social movements’ integration - in which the Field Education is inserted - and their dynamics in educational praxis, a major factor in the construction of popular education.