O presente texto tem como objeto de reflexão o Curso de Formação de “Faixa Preta” (CFP) da Federação Metropolitana de Judô (FEMEJU). Esta é a representação judoística no âmbito do Distrito Federal. A necessidade de refletir sobre a formação do detentor de uma “faixa preta” no Distrito Federal (DF) nasceu da observação de que não existe uma organização curricular ao longo do percurso do praticante, principalmente, nas faixas denominadas superiores. Contudo, na câmara dos deputados há um projeto de Lei para regulamentar com um curso de formação profissional a profissão de professor de artes marciais ou de esportes de combate. Para situar melhor, existem cinco níveis na faixa preta, iniciando no primeiro e terminando no quinto. Através da análise dos documentos e análise crítica buscou verificar a atuação da comissão distrital da FEMEJU na sua missão de preparar os detentores de “faixa preta” ao longo do seu percurso na modalidade. Identificou-se que a LDB ampara e suporta os elementos necessários para a organização formal do processo de construção dos itinerários formativo dos praticantes.