Este artigo, inspirado na leitura lacaniana da AntÃgona de Sófocles, tenta ler a Medéia de EurÃpides, visando delimitar, a partir de alguns significantes gregos do texto, aquilo que chamaremos de "o campo do trágico", isto é, o que Lacan chamou de o campo da ética enquanto o campo do real.
Inspired by the Lacanian reading of Sofocles' Antigone, this paper underlines some greek signifiers in Euripedes' Medea aiming to delimit what we call the Field of the Tragic, i.e., what Lacan defines as "field of the ethics" as the field of the Real.