Na Amazônia, os povos da floresta possuem representações próprias da vida, do mundo e do lugar dos humanos e não humanos neste mundo. Este artigo tem como objetivo descrever os saberes e as práticas relacionadas às cosmovisões em uma comunidade quilombola da Ilha do Marajó, Pará. Utilizamo-nos do método etnográfico e da observação participante para discutir os elementos da pesquisa, dialogando com autores como Viveiros de Castro (1986; 1996; 2006), Bruno Latour (1994); Marcel Mauss, (2003), Lévi-Strauss (2005).
In the Amazon, the peoples of the forest have their own representations of life, the world and the place of humans and non-humans in this world. This article aims to describe the knowledge and practices related to worldviews in a quilombola community on Ilha do Marajó, Pará. We used the ethnographic method and participant observation to discuss the elements of the research, dialoguing with authors such as Viveiros de Castro ( 1986; 1996; 2006), Bruno Latour (1994); Marcel Mauss, (2003), Lévi-Strauss (2005).
En la Amazonía, los pueblos del bosque tienen sus propias representaciones de la vida, el mundo y el lugar de los humanos y no humanos en este mundo. Este artículo tiene como objetivo describir el conocimiento y las prácticas relacionadas con las cosmovisiones en una comunidad quilombola en Ilha do Marajó, Pará. Utilizamos el método etnográfico y la observación participante para discutir los elementos de la investigación, dialogando con autores como Viveiros de Castro ( 1986; 1996; 2006), Bruno Latour (1994); Marcel Mauss, (2003), Lévi-Strauss (2005).
En Amazonie, les peuples de la forêt ont leurs propres représentations de la vie, du monde et de la place des humains et des non-humains dans ce monde. Cet article vise à décrire les connaissances et les pratiques liées aux visions du monde dans une communauté de quilomboles à Ilha do Marajó, Pará.Nous avons utilisé la méthode ethnographique et l'observation des participants pour discuter des éléments de la recherche, en dialoguant avec des auteurs tels que Viveiros de Castro ( 1986; 1996; 2006), Bruno Latour (1994); Marcel Mauss, (2003), Lévi-Strauss (2005).