Pensamento Lésbico e Formação da Crítica Queer of Color

Cadernos de Gênero e Diversidade

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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Pensamento Lésbico e Formação da Crítica Queer of Color

Ano: 2018 | Volume: 4 | Número: 2
Autores: C. A. Rea
Autor Correspondente: C. A. Rea | caterina@unilab.edu.br

Palavras-chave: Crítica Queer of Color. Interseccionalidade. Pensamento Lésbico.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este texto entende refletir sobre as contribuições de autoras lésbicas para a produção da Teoria Queer e, particularmente, da Crítica Queer de cor (Queer of Color Critique). Partindo da consideração de Randy Conner para quem Gloria Anzaldúa foi a primeira a usar o termo queer no contexto da escrita acadêmica, podemos considerar uma outra gênese de Queer, no campo das produções de autoras lésbicas não-brancas. Mostraremos que a crítica Queer of Color tematiza, hoje, a importância de coletivos lésbicos de cor e a maneira em que esses questionam as políticas LGBT meanstream, particularmente, nos países centrais. A chegada da teoria queer para o continente africano, também, revela o protagonismo de mulheres lésbicas acadêmicas e ativistas.