Pobreza e sentido de comunidade em mulheres do interior do Ceará:

Cadernos de Gênero e Diversidade

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Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
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Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Pobreza e sentido de comunidade em mulheres do interior do Ceará:

Ano: 2021 | Volume: 7 | Número: 2
Autores: V. N. M. Barbosa, J. F. M. Júnior, V. M. Ximenes
Autor Correspondente: V. N. M. Barbosa | vilkimalherme@outlook.com

Palavras-chave: Psicologia Comunitária, Pobreza, Sentido de Comunidade, Interseccionalidade, Comunidade

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este trabalho busca analisar o impacto da pobreza no sentido de comunidade de mulheres do interior do Ceará a partir da Psicologia Comunitária. Partimos do reconhecimento das situações de desigualdades sociais e de gênero presentes no cenário brasileiro, podendo ter características mais intensas em territórios distantes dos grandes centros urbanos. Contudo, uma das estratégias de enfrentamento dessas iniquidades tem sido o sentido de comunidade, que pode fortalecer as relações socio-comunitárias. Realizamos uma pesquisa qualitativa com utilizaçao de entrevista semi-estruturada. Participaram dessa investigaçao dez mulheres em situaçao de pobreza de uma comunidade no interior do estado do Ceará. Foi utilizado a análise de conteúdo. As mulheres em cenários de pobrezas sofrem mais iniquidades do que os homens, porque existem macro estruturas sociais que fomentam modos de vida com diferentes oportunidades as pessoas a partir dos marcadores como raça, gênero e classe são relevantes para que façamos essa análise. Observou-se que relação destas mulheres em contexto de pobreza com o sentido de comunidade a partir das relações cotidianas estabelecidas. Assim, foram visibilizadas as opressões vividas e suas estratégias de enfrentamento, construindo estratégias para atuação em psicologia comunitária compromissada com a mudança das desigualdades sociais e de genero.