Os agentes penitenciários podem sofrer pressões decorrentes tanto da organização do trabalho, quanto dos fenômenos sociais. Esses fatores provocam um quadro desfavorável ao bom desenvolvimento do trabalho desses profissionais e para a sua saúde. O presente artigo analisou a relação entre precarização do trabalho do agente penitenciário do estado de Sergipe e o desenvolvimento de transtornos mentais comuns (TMCs) decorrentes das condições de trabalho no Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (Copemcan), na cidade de São Cristóvão, SE. Foram analisados 25 agentes de segurança, entre 35 e 60 anos de idade, todos do sexo masculino, em que se verificou, por meio do Self Report Questionnaire (SRQ-20) e de entrevistas semiestruturadas, a presença de sinais de TMC, podendo-se considerá-los suscetíveis ao adoecimento.
Prison offi cers may suff er from pressures resulti ng from both work organizati on and social phenomena. These factors cause an unfavorable scenario for these professionals work performance, and for their own health. This arti cle examined the relati onship between precarious work conditi ons of prison offi cers of the State of Sergipe and the development of common mental disorders (TMCs), in the Penitenti ary Manoel Carvalho Neto (COPEMCAN) in São Cristóvão (SE). We analyzed 25 prison offi cers between 35 and 60 years of age, all males, via Self Report Questi onnaire (SRQ- 20) and semistructured interviews. We detected the presence of signs of CMD, which can be considered a suscepti bility to illness.
Los agentes penitenciarios pueden sufrir presiones decurrentes tanto de la organización del trabajo como de los fenómenos sociales. Estos factores provocan un marco desfavorable tanto para el correcto desarrollo del trabajo de estos profesionales como para su propia salud. Este arơ culo examina la relación entre el trabajo precario del agente penitenciario del Estado de Sergipe y el desarrollo de trastornos mentales comunes (TMCs) decurrentes de las condiciones de trabajo en el Complexo Penitenciário Manoel Carvalho Neto (COPEMCAN) en la ciudad de São Cristóvão (SE). Se analizaron 25 agentes de seguridad, entre 35 y 60 años de edad, todos de sexo masculino, en los que se verifi có, a través del Self Report Questi onnaire (SRQ- 20) y de entrevistas semiestructuradas, la presencia de señales de TMC, pudiendo considerárseles como propensos a la enfermedad.