PREVALÊNCIA DO FORAME PARIETAL EM CRÂNIOS SECOS DE ADULTOS PERTENCENTES A UMA COLEÇÃO OSTEOLÓGICA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

PREVALÊNCIA DO FORAME PARIETAL EM CRÂNIOS SECOS DE ADULTOS PERTENCENTES A UMA COLEÇÃO OSTEOLÓGICA DA REGIÃO NORDESTE DO BRASIL

Ano: 2023 | Volume: 1 | Número: 3
Autores: Ana Luize de Moraes Reis, Iramárya Peixoto Ulisses Bento, Larissa Andrade Batista, Débora Kelly Holanda de Sousa, Erasmo de Almeida Júnior, Émerson de Oliveira Ferreira
Autor Correspondente: Ana Luize de Moraes Reis | contato@revistaowl.com.br

Palavras-chave: prevalência, forame parietal, crânios secos

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Em Anatomia, variação anatômica é um desvio da morfologia normal de um órgão ou estrutura de um indivíduo que não traz prejuízo à função, podendo ocorrer interna ou externamente. Um dos segmentos do corpo que apresenta grande variabilidade de suas estruturas é o crânio, inclusive sendo muito utilizado no estudo do dimorfismo sexual em Antropologia Forense. O objetivo do nosso estudo foi verificar a prevalência do forame parietal em crânios secos de adultos e relacionar com o sexo. Para o nosso estudo foram utilizados 485 crânios secos de adultos, sendo 185 do sexo feminino e 300 do sexo masculino. Dos 485 crânios analisados, 33,40% não apresentaram forames, sendo que 32,16% apresentaram o padrão bilateral e 34,44% o unilateral, havendo um certo equilíbrio. Dos 300 crânios do sexo masculino, 30,33% não apresentaram forames, 34,33% apresentaram-se bilaterais e 35,34% unilaterais. No sexo feminino, dos 185 crânios, 3m 38,38% estavam ausentes, 28,65% bilaterais e 32,97% unilaterais. Diante do exposto faz-se necessário a realização de mais estudos em nossa população, devido à grande área territorial do Brasil e a grande miscigenação existente.