REPARO DE HÉRNIA UMBILICAL: TÉCNICAS CIRÚRGICAS E FATORES INFLUENCIADORES NA CICATRIZAÇÃO

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

REPARO DE HÉRNIA UMBILICAL: TÉCNICAS CIRÚRGICAS E FATORES INFLUENCIADORES NA CICATRIZAÇÃO

Ano: 2024 | Volume: 2 | Número: 4
Autores: Cirênio de Almeida Barbosa, Cibele Ennes Ferreira, Lucas Martins dos Santos Tannús, Cláudio Tannús
Autor Correspondente: Cirênio de Almeida Barbosa | contato@revistaowl.com.br

Palavras-chave: herniorrafia umbilical, técnica aberta, técnica laparoscópica, complicações cirúrgicas, cuidados pós-operatórios

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Resumo Português:

A herniorrafia umbilical é uma intervenção cirúrgica amplamente praticada para corrigir hérnias que se desenvolvem na região periumbilical, onde ocorre a protrusão de conteúdo abdominal através de um defeito na parede muscular. Este artigo revisa e compara as principais abordagens cirúrgicas utilizadas na herniorrafia umbilical, destacando as técnicas aberta e laparoscópica. A técnica aberta envolve uma incisão direta sobre a hérnia, permitindo acesso direto ao saco herniário e reparo com suturas ou uso de malhas sintéticas. Por outro lado, a técnica laparoscópica utiliza pequenas incisões para introduzir uma câmera e instrumentos cirúrgicos, oferecendo uma visão interna ampliada e minimizando o trauma tecidual.

Este artigo discute os critérios de seleção entre as técnicas, considerando fatores como tamanho da hérnia, condição clínica do paciente, experiência do cirurgião e preferências institucionais. A revisão de literatura destaca que a técnica laparoscópica geralmente resulta em menor dor pós-operatória, tempo de recuperação mais curto e menor incidência de complicações como infecção e formação de seroma comparado à abordagem aberta. No entanto, a escolha da técnica deve ser individualizada e baseada na avaliação cuidadosa de cada caso.

Além disso, são abordados aspectos relacionados à gestão pré-operatória e cuidados pós-operatórios, enfatizando a importância da educação do paciente sobre os benefícios e riscos associados a cada técnica. Complicações potenciais, como recorrência herniária e dor crônica, são também discutidas, ressaltando a necessidade de monitoramento a longo prazo e cuidados multidisciplinares para otimizar os resultados cirúrgicos.