RITMO CIRCADIANO E QUALIDADE DO SONO EM ACADÊMICOS

Pensar Acadêmico

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ISSN: 18086136
Editor Chefe: Arthur Zanuti Franklin
Início Publicação: 30/06/2011
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Agrárias, Área de Estudo: Ciências Biológicas, Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Engenharias, Área de Estudo: Linguística, Letras e Artes, Área de Estudo: Multidisciplinar

RITMO CIRCADIANO E QUALIDADE DO SONO EM ACADÊMICOS

Ano: 2025 | Volume: 23 | Número: 2
Autores: Bruna Ker Marrara Mansur, Gláucio Henrique Rhodes Fonseca, Maria Eduarda Barbosa Rodrigues, Nicoli Grimaldi, Yasmin Amorim Mendes, Juliana Santiago da Silva
Autor Correspondente: Bruna Ker Marrara Mansur | brunakmmansur@gmail.com

Palavras-chave: esempenho acadêmico, Estudantes universitários, Qualidade do sono, Ritmo circadiano

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O ritmo circadiano é o nome dado ao ciclo que regula os comportamentos diários dos seres vivos, sendo influenciado por fatores como luz, alimentação e estresse. Dentro do organismo humano, hormônios, como a melatonina e o cortisol, desempenham papel crucial nesse processo, regulando o sono, o despertar e o metabolismo. A melatonina, por exemplo, facilita o sono durante a noite, enquanto o cortisol atua no despertar e na resposta ao estresse. Para estudantes universitários, desequilíbrios no ritmo circadiano não são incomuns e frequentemente prejudicam a qualidade do sono, resultando em sonolência diurna e padrões de sono irregulares, o que afetadiretamente seu desempenho acadêmico. Nesse contexto, fatores como o uso de substâncias (tais como cafeína, álcool e drogas) e a exposição a tecnologias antes de dormir comprometem ainda mais o ciclo circadiano. Além disso, o estresse e os problemas relacionados à vida acadêmica podem agravar distúrbios do sono, resultando em condições como a síndrome de burnout e a depressão, que prejudicam a cognição e o aprendizado. Estudos sugerem que intervenções como a terapia cognitivo-comportamental para insônia, ahigiene do sono e a prática de exercícios físicos podem melhorar a qualidade do sono dos universitários. Tais intervenções, aliadas a ajustes comportamentais, como a regulação da exposição à luz e a promoção da educação em saúde do sono, são fundamentais para equilibrar o ritmo circadiano e otimizar o desempenho acadêmico. Dessa forma, a implementação de estratégias eficazes é essencial para melhorar a saúde do sono e o bem-estar dos estudantes no Ensino Superior.