Subjetividade, Cultura e Poder: Politizando Masculinidades Negras

Cadernos de Gênero e Diversidade

Endereço:
Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
Salvador / BA
40240730
Site: https://portalseer.ufba.br/index.php/cadgendiv/index
Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Subjetividade, Cultura e Poder: Politizando Masculinidades Negras

Ano: 2019 | Volume: 5 | Número: 2
Autores: O. Pinho, R. M. de Souza
Autor Correspondente: O. Pinho | osmundopinho@uol.com.br

Palavras-chave: masculinidades, Homens, Raça

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Dizemos isso para salientar o impulso e a provocação inicial que motivou a organização desse dossiê. Reconhecer visibilidade e densidade empírica e teórica para a discutir a masculinidade para muito além de ideais normativos sobre como os homens deveriam ser ou o que deveriam fazer para se tornarem homens de verdade, ou respeitáveis, ou para fazer coincidir a concretude de nossas subjetividades tortuosas a um ideal de masculinidade (nesse caso em particular, e com inúmeras consequências discutidas nesse dossiê) negra. A conjunção entre raça e gênero nesse caso, parece confirmar, em grande parte, a discussão sobre masculinidades negras contemporâneas, próxima demais da propensão normativa quando não subjetivista, articulada em torno de questões como: o homem negro pode ser um bom pai? O homem negro pode ser homem fora de “masculinidades toxicas”? O que fazer para que o homem negro e a mulher negra se encontram em relações reciprocas e bem ajustadas? Homens negros gays podem ter relações não mediadas pela fetichização dos próprios corpos? Perguntas que figurariam muito bem em manuais pós-modernos de autoajuda interseccional.