Vivências de Pessoas Transgêneras em Instituições de Saúde e de Educação

Cadernos de Gênero e Diversidade

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Universidade Federal da Bahia | Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas | Grupo de Estudos Feministas em Política e Educação - Estrada de São Lázaro, 197 - Federação
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Telefone: (71) 98482-6446
ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Vivências de Pessoas Transgêneras em Instituições de Saúde e de Educação

Ano: 2024 | Volume: 10 | Número: 2
Autores: E. M. Oliveira, H. T. Coelho, P. B. Antunes, C. S. S. Suto, B. A. S. Oliveira, C. Porcino, T. A. S. Pardo, L. N. S. Bampi
Autor Correspondente: B. A. S. Oliveira | barbaradioliveira@gmail.com

Palavras-chave: Pessoas Transgênero, Serviços de Saúde, Instituições Acadêmicas

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este trabalho tem como objetivo conhecer situações vivenciadas pelas pessoas transgênera em serviços de saúde e instituições de educação. Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa e descritiva que cumpriu as seis fases do estudo de caso concebidas por Yin e investigou pessoas transgêneras maiores de 18 anos. As entrevistas foram realizadas presencialmente e/ou via Google Meet. Os dados coletados foram transcritos na íntegra e analisados segundo análise temática. Resultados: participaram oito pessoas transgêneras, três com ensino médio e quatro cursando ensino superior. O direito ao uso do nome social não é respeitado por profissionais de saúde, apesar de experiência exitosa de acolhimento acontecerem. Em escolas, a dificuldade no uso de banheiros e evasão apresentam-se como maiores dificuldades. Nota-se, em diferentes contextos institucionais, semelhanças nos relatos de transfobia recorrente que afastam essas pessoas na assistência à saúde e educação, contribuindo com o aumento das vulnerabilidades já existentes. Considerações finais: A importância de reconhecer a necessidade de profissionais mais qualificados para a assistência a essas pessoas e suas especificidades, com acolhimento adequado por meio de empatia, se adequa aos princípios do SUS e a ética da atuação profissional.