Dilemas de uma maternidade consciente: a quantas anda a conversa dos feminismos com tudo isso?

Cadernos de Gênero e Diversidade

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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

Dilemas de uma maternidade consciente: a quantas anda a conversa dos feminismos com tudo isso?

Ano: 2019 | Volume: 5 | Número: Especial
Autores: R. Carneiro
Autor Correspondente: R. Carneiro | rosagiatti@yahoo.com.br

Palavras-chave: feminismos, maternidade consciente, economia, trabalho

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo se dispõe a refletir sobre os contornos da noção de “maternidade consciente”, veiculada no Brasil, sobretudo, a partir dos anos 2000 e junto do ideário do parto humanizado. Decorridas quase duas décadas dos princípios de sua circulação e prática, pareceu-nos interessante descrever os sentidos que tem sido a ela atribuídos pelas próprias mulheres, partindo mais especificamente da reação esboçada plataforma Não me chamo mãe. Esse mapeamento nos permite refletir sobre as relações possíveis entre maternidades e feminismos na contemporaneidade, um enlace nem sempre simples e tampouco nítido. Nesses encontros e desencontros, de diferentes tintas, despontara a relação entre a maternidade e o seu valor econômico ao longo dos tempos. Um aspecto recentemente integrado a leitura feminista do assunto.