A Prevalência Da Hormonioterapia Não Assistida Na População Transgênero

Cadernos de Gênero e Diversidade

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ISSN: 25256904
Editor Chefe: Felipe Bruno Martins Fernandes
Início Publicação: 31/12/2015
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Antropologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

A Prevalência Da Hormonioterapia Não Assistida Na População Transgênero

Ano: 2025 | Volume: 11 | Número: 2
Autores: R. C. Martins, R. M. M. Linhares
Autor Correspondente: R. C. Martins | dr.rodrigocoelhomartins@gmail.com

Palavras-chave: Pessoas Transgênero, Automedicação, Terapia de Reposição Hormonal, Identidade de Gênero, Populações Vulneráveis

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este estudo tem como objetivo definir a prevalência da hormonioterapia não assistida e suas possíveis associações com os fatores sociodemográficos da população transgênero atendida em um ambulatório especializado em Florianópolis. Este é um estudo do tipo transversal com dados coletados de 485 prontuários eletrônicos da população transgênero atendida no Ambulatório Trans da rede pública de saúde de Florianópolis entre os anos de 2015 a 2021. Com base nas análises estatísticas realizadas, verificou-se que a prevalência da automedicação hormonal foi de aproximadamente 31,8%, com ênfase entre mulheres trans e travestis quando comparadas ao grupo de homens trans (RP=3,652; IC:2,712 - 4,918). Além disso, a prevalência da prática foi maior também entre trabalhadores informais, que não receberam apoio familiar e que possuíam um menor contato com profissionais da área da saúde.