Estresse Ocupacional, Dor e Resiliência em Servidores Penitenciários

Revista Psicologia e Saúde

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ISSN: 2177-093X
Editor Chefe: Rodrigo Lopes Miranda
Início Publicação: 01/07/2009
Periodicidade: Anual
Área de Estudo: Ciências da Saúde, Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Psicologia

Estresse Ocupacional, Dor e Resiliência em Servidores Penitenciários

Ano: 2024 | Volume: 16 | Número: Não se aplica
Autores: Kátrin Isabeli Dreschler Corrêa; Christiane de Fátima Colet; Sabrina Azevedo Wagner Benetti; Carmen Cristiane Schultz; Cíntia Beatriz Goi; Eniva Miladi Fernandes Stumm
Autor Correspondente: Kátrin Isabeli Dreschler Corrêa | katrindreschler@gmail.com

Palavras-chave: Saúde do Trabalhador, Estresse Ocupacional, Dor Musculoesquelética, Resiliência Psicológica, Prisões

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Introdução: em trabalhadores penitenciários, evidenciam-se riscos de estresse ocupacional e dor e busca-se compreender como estes enfrentam as adversidades do ambiente laboral e o papel da resiliência. Métodos: pesquisa transversal, descritiva e analítica com 33 servidores penitenciários. Utilizado questionário laboral e clínico, escalas validadas de: Estresse no Trabalho, Escala Visual Numérica de Dor e de Resiliência. Resultados: 67% apresentaram nível moderado de estresse. Servidores que consideram o trabalho estressante apresentaram nível moderado de estresse (p = 0,040). Participantes apresentaram nível moderado de resiliência. Estresse foi correlacionado à intensidade da dor e não foi associado com resiliência. Discussões: constatou-se associação entre estresse e a intensidade da dor musculoesquelética, sem correlação com a resiliência e com o perfil dos trabalhadores. Conclusões: presença de estresse ocupacional e dor musculoesquelética, independentemente da resiliência, constituem indicadores importantes sobre as condições de saúde desses profissionais.



Resumo Inglês:

Introduction: in prison workers, the risks of occupational stress and pain are evidenced and an attempt is made to understand how they face the adversities of the work environment and how resilience protects the health of workers. Methods: cross-sectional, descriptive, and analytical research with 33 penitentiary workers. We used a labor and clinical questionnaire, Scale of: Work Stress, Numerical Visual Scale of Pain and Resilience. Results: 67% presented a moderate level of stress. Servers who consider their work stressful presented moderate level of stress (p = 0.040). Participants presented a moderate level of resilience. Stress was not associated with resilience; however, it was correlated with pain intensity. Discussions: there was an association between stress and the intensity of musculoskeletal pain, without correlation with the resilience and profile of the workers. Conclusions: the presence of occupational stress and musculoskeletal pain, regardless of resilience, are important indicators of the health conditions of these professionals.



Resumo Espanhol:

Introducción: se evidencian los riesgos del estrés laboral y el dolor en los trabajadores penitenciarios y se intenta comprender cómo afrontan las adversidades del entorno laboral y cómo la resiliencia protege la salud de los trabajadores. Métodos: investigación transversal, descriptiva y analítica con 33 trabajadores penitenciarios. Cuestionario laboral y clínico utilizado, Escala de: Estrés en el trabajo, Escala Visual Numérica de Dolor y de Resiliencia. Resultados: El 67% presentaba un nivel de estrés moderado. Los servidores que consideran que su trabajo es estresante mostraron un nivel moderado de estrés (p = 0,040). Los participantes mostraron un nivel moderado de resiliencia. El estrés no se asoció a la resiliencia, pero sí a la intensidad del dolor. Discusiones: hubo una asociación entre el estrés y la intensidad deldolor musculoesquelético, sin correlación con la resiliencia y el perfil de los trabajadores. Conclusiones: la presencia de estrés laboral y de dolor musculoesquelético, independientemente de la capacidad de recuperación, son indicadores importantes del estado de salud de estos profesionales.