“Nossa Luta é Transversal”: Ocupação Tereza de Benguela e a Luta das Mulheres do MTST

Emancipação

Endereço:
Praça Santos Andrade, 01, - Centro
Ponta Grossa / PR
84010919
Site: http://www.revistas2.uepg.br/index.php/emancipacao
Telefone: (42) 3220-3387
ISSN: 1982-7814
Editor Chefe: Adriano da Costa Valadão
Início Publicação: 31/12/2000
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Saúde coletiva, Área de Estudo: Ciência política, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Filosofia, Área de Estudo: Psicologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Administração, Área de Estudo: Direito, Área de Estudo: Economia doméstica, Área de Estudo: Planejamento urbano e regional, Área de Estudo: Serviço social, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

“Nossa Luta é Transversal”: Ocupação Tereza de Benguela e a Luta das Mulheres do MTST

Ano: 2021 | Volume: 21 | Número: Não se aplica
Autores: Carolina Guida Cardoso do Carmo
Autor Correspondente: Carolina Guida Cardoso do Carmo | carolinagcdocarmo@gmail.com

Palavras-chave: Movimento Social; Mulheres; Feminismo

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Esse artigo se propõe a refletir sobre a correlação da luta das mulheres dentro dos movimentos de moradia, tendo, como campo de observação, a Ocupação Tereza de Benguela, localizada na zona leste de São Paulo e vinculada ao Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST), desenvolvido no período de 2019. Utilizando, como embasamento para o artigo, a fala de liderança da ocupação e entrevista com pesquisadora do movimento, tem-se uma discussão que intersecciona a luta da ocupação com especificidades vivenciadas pelas mulheres e que observa pontos comuns de experiências, proporcionando uma significativa forma de construir uma luta feminina e popular. 



Resumo Inglês:

This article aims to reflect on the correlation of women's struggle within housing movements, using as a field of observation the Tereza de Benguela Occupation, located in the east zone of São Paulo and linked to the Homeless Workers' Movement (MTST), developed in 2019. Using, as a basis for the article, the speech of the occupation's leadership and an interview with a researcher of the movement, there is a discussion that intersects the struggle of the occupation with specificities experienced by women and that observes common points of experiences, providing a significant way of building a feminine and popular struggle.