O BRASIL DE FHC: ESTADO MÍNIMO, PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO ASSALARIADO E ECONOMIA SOLIDÁRIA

Emancipação

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ISSN: 1982-7814
Editor Chefe: Adriano da Costa Valadão
Início Publicação: 31/12/2000
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Saúde coletiva, Área de Estudo: Ciência política, Área de Estudo: Educação, Área de Estudo: Filosofia, Área de Estudo: Psicologia, Área de Estudo: Sociologia, Área de Estudo: Ciências Sociais Aplicadas, Área de Estudo: Administração, Área de Estudo: Direito, Área de Estudo: Economia doméstica, Área de Estudo: Planejamento urbano e regional, Área de Estudo: Serviço social, Área de Estudo: Multidisciplinar, Área de Estudo: Multidisciplinar

O BRASIL DE FHC: ESTADO MÍNIMO, PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO ASSALARIADO E ECONOMIA SOLIDÁRIA

Ano: 2004 | Volume: 4 | Número: 1
Autores: Jorge Luiz Cunha Lima
Autor Correspondente: Jorge Luiz Cunha Lima | revistaemancipacao@yahoo.com.br

Palavras-chave: política brasileira; desigualdade socioeconômica; crise do emprego; trabalho assalariado; economia solidária e políticas públicas.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A inserção do Brasil no cenário da globalização promoveu o acirramento das contradições da relação capital/trabalho local, onde a cidade é o lugar da modernização das estruturas político-econômicas e administrativas e da despolitização de políticas públicas populares. Assim sendo, a economia capitalista moderna ordena o espaço político-administrativo que, por seu turno, tende a separar dos lugares aqueles-que-vivem-do-trabalho. A modernização econômica brasileira vem acompanhada de uma desapropriação dos brasileiros de seu lugar citadino. Desse modo, não há surpresa em saber que as administrações técnicas governamentais (municipais, estaduais e federais) possuem mais interesse pelo capital e pouco pelos habitantes. Com a socioeconomia solidária, o trabalhador brasileiro investe no desenvolvimento da produtividade local, humanizando as relações de produção ao buscar superar a contradição da relação capital/trabalho. A rigor, essa nova relação de trabalho vem afirmandose como forma de enfrentamento das demasiadas desigualdades de renda e riqueza na sociedade brasileira, causando uma maior eficiência na administração dos negócios e rendas favoráveis ao resgate da dignidade dos trabalhadores. Cumpre destacar que, no Brasil do ajuste, a socioeconomia solidária emerge e avança como estratégia de luta dos trabalhadores.