DESENVOLVIMENTO INFANTIL, NEUROPLASTICIDADE E INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO DA CIDADE E DA NEUROCIÊNCIA PARA A COMPREENSÃO DO DESENVOLVIMENTO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

Revista Territórios

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ISSN: 2596-3309
Editor Chefe: Profª Dra. Adriana Alves Farias
Início Publicação: 30/08/2024
Periodicidade: Mensal
Área de Estudo: Educação

DESENVOLVIMENTO INFANTIL, NEUROPLASTICIDADE E INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DO CURRÍCULO DA CIDADE E DA NEUROCIÊNCIA PARA A COMPREENSÃO DO DESENVOLVIMENTO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

Ano: 2026 | Volume: 8 | Número: 3
Autores: YONÁ ROLC
Autor Correspondente: YONÁ ROLC | revistasterritoriosbr@gmail.com

Palavras-chave: Desenvolvimento Infantil; Neuroplasticidade; Educação Infantil; Educação Inclusiva; Currículo da Cidade

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O presente artigo discute o desenvolvimento infantil na primeira infância a partir da articulação entre estudos da neurociência, teorias clássicas do desenvolvimento humano, orientações do Currículo da Cidade – Educação Infantil e princípios da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Considera-se que os primeiros anos de vida correspondem ao período de maior neuroplasticidade cerebral, marcado por intensa formação de conexões neurais, poda sináptica e organização das funções cognitivas, emocionais e motoras. Nesse contexto, as experiências vividas pelas crianças, as interações sociais e as práticas pedagógicas exercem influência significativa na constituição do sujeito. O estudo apresenta as contribuições de Piaget, Wallon e Vygotsky para a compreensão do desenvolvimento infantil, analisa as dimensões motora, cognitiva, afetiva, social, linguística e cultural em relação ao funcionamento cerebral e discute as implicações dessas concepções para a organização do trabalho pedagógico na Educação Infantil. Destaca-se que o Currículo da Cidade orienta a compreensão do desenvolvimento como processo singular, não linear e indissociável das interações e das brincadeiras, rejeitando padrões rígidos de maturidade. Na perspectiva da educação inclusiva, defende-se que todas as crianças devem ter garantidas condições de participação, aprendizagem e desenvolvimento, respeitando suas singularidades, especialmente na primeira infância, período decisivo para a constituição das funções humanas superiores.