A distribuição de renda é um dos fatores que contribuem para o aumento das desigualdades sociais no mundo todo. Na cidade de São Paulo não é diferente. Questões como escolaridade, cor de pele, gênero e opção sexual aprofundam cada vez mais as diferenças entre famílias que vivem nas periferias e as que estão na região central. A disparidade entre pessoas que concentram a maior parte da riqueza e as que vivem em extrema pobreza é assunto de diversos estudos. A segregação social impede, muitas vezes, que pessoas de baixa renda tenham acesso aos serviços públicos, ao transporte, a inserção ao mercado de trabalho e etc. Ao observar o espaço urbano da cidade, percebe-se que as pessoas pobres foram “empurradas” para as periferias e que nelas as condições de moradia são péssimas. A segregação socioespacial então é entendida como separação ou isolamento de uma boa parte da população. Este artigo, baseado em pesquisa bibliográfica, procura estabelecer as causas das desigualdades e como combatê-las.