O presente artigo tem como objetivo discutir as interrelações entre educação, cultura e discurso, analisando como esses três elementos se articulam na constituição de identidades, práticas pedagógicas e processos de significação social. A partir de uma abordagem teórico-crítica, fundamentada em autores como Paulo Freire, Michel Foucault, Pierre Bourdieu e Stuart Hall, busca-se compreender como o discurso educacional é atravessado por relações de poder e por construções culturais que moldam o sujeito e o conhecimento. O estudo propõe uma reflexão sobre o papel da escola como espaço de produção e reprodução cultural, bem como sobre a necessidade de uma educação crítica e emancipatória que reconheça a diversidade cultural e discursiva dos sujeitos.