O presente artigo analisa os desafios impostos pelo Transtorno Desafiador Opositivo (TOD) no ambiente escolar, com foco nas estratégias pedagógicas que promovem a qualidade do ensino e a eficácia do processo de ensino-aprendizagem. O TOD caracteriza-se por padrões de desobediência, hostilidade e desafio a figuras de autoridade, o que frequentemente resulta em exclusão ou estigmatização do aluno. Por meio de uma revisão bibliográfica fundamentada em literatura científica e materiais de apoio, este estudo discute a importância da formação docente, do manejo lúdico e da parceria entre escola e família. Conclui-se que a adaptação curricular e a compreensão das bases neurobiológicas do transtorno são fundamentais para uma educação verdadeiramente inclusiva e de qualidade.