Estudo de caso da evolução das redes FTTH no Brasil: impactos da transição das tecnologias PONs na expansão da banda larga.

Engineering and Science

Endereço:
Avenida Fernando Correa da Costa 2367 - UFMT
Cuiabá / MT
78060900
Site: http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/eng/index
Telefone: (65) 3615-8711
ISSN: 23585390
Editor Chefe: Raul Vitor Arantes Monteiro e Carlos Enrique Portugal Poma
Início Publicação: 28/08/2014
Periodicidade: Quadrimestral
Área de Estudo: Ciências Exatas, Área de Estudo: Engenharias

Estudo de caso da evolução das redes FTTH no Brasil: impactos da transição das tecnologias PONs na expansão da banda larga.

Ano: 2026 | Volume: 15 | Número: 2
Autores: Ana Laura Magalhães de Sousa, Nathalia Rodrigues da Silva, Kelias de Oliveira, João Batista José Pereira
Autor Correspondente: Ana Laura Magalhães de Sousa | ana.mgs@outlook.com

Palavras-chave: redes gpon, fibra ótica, latência, taxa de transmissão

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

As redes FTTH consolidaram-se como a principal solução tecnológica no Brasil, em razão de sua elevada capacidade de transmissão, baixa latência e maior estabilidade em comparação às tecnologias baseadas em meios metálicos. Este trabalho analisou, de forma teórica e experimental, a evolução das tecnologias de Redes Ópticas Passivas (PON), com ênfase nas tecnologias EPON, GPON e XGS-PON, avaliando suas características técnicas, limitações operacionais e potencial de expansão no contexto dos provedores regionais brasileiros. A pesquisa adotou uma abordagem metodológica qualitativa e experimental. Os experimentos demonstraram que a tecnologia EPON já não atende de forma satisfatória às exigências atuais de capacidade e escalabilidade, enquanto a GPON se mostra adequada ao cenário presente do provedor analisado, sobretudo pelo equilíbrio entre desempenho e custo. Os dados experimentais indicam que a XGS-PON representa a alternativa mais preparada para atender às demandas futuras, principalmente em função de sua maior capacidade de transmissão, simetria de faixa e possibilidade de coexistência com tecnologias anteriores na mesma infraestrutura óptica.