Este artigo objetiva discutir as implicações comunicacionais nas relações com alteridades artificiais, sobretudo as Inteligências Artificiais Generativas, alinhando-se ao debate pós-humanista, ao considerar que a comunicaçãoé partilhada entre humanos e não humanos. Por meio de abordagem exploratória, reflexiva e argumentativa, este trabalho revisa de modo não exaustivo a incidência da concepção de humano nas noções clássicas e modernas de ação, tratando a própria condição humana em sua relação intrínseca com as tecnologias. Com base nisso, propõe o reconhecimento delas como alteridades significativas, ou seja, como capazes de agir, produzir sentidos e estabelecer vínculos. Em conclusão, ao reconsiderar as alteridades de modo inclusivo de não humanos, redefine as relações humanas e suas implicações comunicacionais.
This article aims to discuss the communicational implications in relationships with artificial alterities, particularly Generative Artificial Intelligences. It aligns with the post-humanist debate by considering communication as a process shared between humans and non-humans. Using an exploratory, reflexive, and argumentative approach, this study offers a non-exhaustive review of the incidence of the human conception in classical and modern notions of action, addressing the very condition of being human in its intrinsic relationship with technology. Based on this, and on specific use cases of generative AIs, the paper proposes their recognition as significant alterities —that is, as entities capable of acting, producing meaning, and establishing bonds. In conclusion, by inclusively reconsidering alterities to include non-humans, it redefines human relationships and their communicational implications.
Este artículo tiene como objetivo discutir las implicaciones comunicacionales en las relaciones con alteridades artificiales, especialmente las Inteligencias Artificiales Generativas. Se alinea con el debate poshumanista, al considerar que la comunicación es compartida entre humanos y no-humanos. Mediante un enfoque exploratorio, reflexivo y argumentativo, este trabajo revisa de manera no exhaustiva la incidencia de la concepción de lo humano en las nociones clásicas y modernas de acción, abordando la propia condición humana en su relación intrínseca con las tecnologías. Con base en esta revisión y en casos específicos de uso de las IAs generativas, propone su reconocimiento como alteridades significativas, es decir, capaces de actuar, producir sentidos y establecer vínculos. En conclusión, al reconsiderar las alteridades de modo inclusivo de los no-humanos, redefine las relaciones humanas y sus implicaciones comunicacionales.