Este artigo discute o uso dos jogos pedagógicos como recurso metodológico para a Educação Ambiental na infância, considerando a ludicidade como linguagem própria da criança e mediadora de aprendizagens significativas. Fundamenta-se em autores como Piaget, Vygotsky, Paulo Freire, Wallon e Moyles, além dos referenciais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e do Currículo da Cidade de São Paulo, que reconhecem o brincar como direito de aprendizagem e como meio de formação integral. O estudo reflete sobre como os jogos podem despertar atitudes sustentáveis desde a infância, promovendo consciência crítica e responsabilidade ambiental. A experiência foi desenvolvida em uma escola municipal de Educação Infantil em São Paulo, por meio de jogos elaborados sobre a planta Moringa oleífera, articulando saberes científicos, culturais e sociais. São também apresentadas adaptações inclusivas para garantir o acesso de todas as crianças às experiências propostas. Conclui-se que o uso de jogos pedagógicos favorece aprendizagens duradouras e contribui para a construção de uma cultura de sustentabilidade e cidadania ambiental.