Lembrar, esquecer, compartilhar: ensaio sobre a memória em tempos hipermodernos

Revista Culturas Midiáticas

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ISSN: 1983-5930
Editor Chefe: Dra. Isabella Chianca Bessa Ribeiro do Valle
Início Publicação: 12/08/2008
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciência da informação, Área de Estudo: Comunicação, Área de Estudo: Artes

Lembrar, esquecer, compartilhar: ensaio sobre a memória em tempos hipermodernos

Ano: 2017 | Volume: 10 | Número: 2
Autores: SEIBT, Daniela
Autor Correspondente: SEIBT, Daniela | danielaseibt@gmail.com

Palavras-chave: comunicação, memória, hipermodernidade, convergência

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A hipermodernidade resulta das incertezas e receios de uma sociedade angustiada coma liberdade de escolha pós-moderna e impactada pela aceleração mercantil, consumista e capitalista, gerada pelos avanços tecnológicos e dos meios de comunicação de massa. Com a multiplicação das temporalidades divergentes, a relação com e entre os tempos se modificou e a valorização do passado chega como novo impulso de modernização da cultura. Característica marcante da modernidade, a mobilidade comunicacional cria novos espaços locais e globais, construídos a partir de novas práticas sociais. Embora ainda não se possa mensurar com exatidão a complexidade das transformações a que a tecnologia nos condiciona, já percebemos uma reconfiguração no processo histórico atual. Com novas possibilidades de estudos e pesquisas em comunicação digital, precisamos repensar as questões ligadas à espaço, lugar, tempo e memória.



Resumo Inglês:

Hypermodernity results from the uncertainties and fears of a society anguished with postmodern freedom of choice andimpacted by the mercantile, consumerist and capitalist acceleration generated by technological advances and the mass media. With the multiplication of divergent temporalities, the relation with and among the times has changed and the valorization of the past comes as a new impulse for the modernization of culture. A striking feature of modernity, communication mobility creates new local and global spaces, built on new social practices. Although we can’t yet accurately measure the complexity of the transformations to which technology conditions us, we have already seen a reconfiguration in the current historical process. We’ve new possibilities for studies and research in digital communication, and we need to discuss the issues such as space, place, time and memory.