O POVO MAASAI E A EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA: CONTRIBUIÇÕES DA CULTURA AFRICANA PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA

Revista Territórios

Endereço:
Rua João Burjakian - 203 - Lauzane Paulista
São Paulo / SP
02442150
Site: http://www.revistaterritorios.com.br
Telefone: (11) 9952-1344
ISSN: 2596-3309
Editor Chefe: Profª Dra. Adriana Alves Farias
Início Publicação: 30/08/2024
Periodicidade: Mensal
Área de Estudo: Educação

O POVO MAASAI E A EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA: CONTRIBUIÇÕES DA CULTURA AFRICANA PARA O ENSINO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA

Ano: 2026 | Volume: 8 | Número: 6
Autores: MARIA CRISTINA KANAYAMA
Autor Correspondente: MARIA CRISTINA KANAYAMA | revistasterritoriosbr@gmail.com

Palavras-chave: Povo Maasai; Educação Antirracista; Cultura Africana; Lei 10.639/2003; Afrocentricidade.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Este artigo investiga, a partir de revisão bibliográfica, as contribuições do conhecimento sobre o povo Maasai, do leste africano, para a construção de uma educação antirracista no Brasil, em consonância com os princípios da Lei n.º 10.639/2003 e suas diretrizes para o ensino da história e cultura africana e afro-brasileira. O povo Maasai, habitante das savanas do Quênia e da Tanzânia, é reconhecido mundialmente por sua resistência cultural, sua organização social sofisticada e seu profundo vínculo com o território. A pesquisa parte do princípio de que o ensino sobre a África precisa superar os estereótipos coloniais e apresentar aos estudantes a diversidade, a complexidade e a riqueza das culturas africanas em sua contemporaneidade. A metodologia adotada é a revisão de literatura de caráter qualitativo, com base em obras da antropologia, da história africana e da educação antirracista. Os resultados apontam que o estudo da cultura Maasai pode contribuir significativamente para a desconstrução do imaginário eurocêntrico sobre a África e para o fortalecimento da identidade de estudantes negros. As Considerações Finais reafirmam a centralidade de uma educação africana e afrodiaspórica como eixo estruturante de uma pedagogia antirracista.