O convite para a escrita da temática “educações por entre florestas e rios” lança-nos em planos outros, que recorrem àqueles decorrentes dos atos de educar. Emergem indagações: O que há de natureza em nós? Que natureza(s) nos habita(m)? Não somos nós partedela? O que podem as educações com ela, dadas nossas posições de professores/as pesquisadores/as em licenciaturas? A revisitação desse pensar-sentir-viver de nossas habitações de naturezas captura-nos e mobiliza-nos no objetivo de fluir modos de hibridismos nós-rio-terra-vegetação que se transmutam em feitios de educações por entre florestas e rios, mais avizinhados com banzeiros, terras caídas e floresteios em indícios de produções singulares. Assim, convidamos para uma experiência de educação capaz de fazer sentir a natureza em nós, diferentemente de uma compreensão meramente cognitiva dela.
The invitation to academic production “educations among forests and rivers” moves us to think about other forms of education. Questions arise: What is there of nature in us? What nature(s) inhabit(s) us? Aren't we part of it? What can education do with nature, as teachers and researchers in undergraduate courses? This research allowed us to research nature and its objective was to explore hybrids between us-river-land-vegetation that transmute into educations between forests and rivers, closer to floodplain, fallen lands, forests in signs of unique teaching productions. Thus, we invite you to an educational experience capable of feeling nature within us, as opposed to a merely cognitive understanding of it.
La invitación a escribir sobre el tema “educaciones entre selvas y ríos” nos lanza a otros planos distintos de los actos recurrentes de educar. Surgen interrogantes: ¿Qué hay de naturaleza en nosotros? ¿Qué naturaleza(s) nos habita(n)? ¿No somos parte de ella? ¿Qué pueden las educaciones con ella, considerando nuestras posiciones como docentes e investigadores/as en programas de formación de profesorado? La revisitación de este pensar-sentir-vivir nuestras formas de habitar la naturaleza nos captura y nos moviliza con el objetivo de hacer fluir modos de hibridación entre nosotros-río-tierra-vegetación que se transmutan en formas de educaciones entre selvas y ríos, más cercanos a los remansos, tierras caídas y florecimientos en indicios de producciones singulares. Así, invitamos a una experiencia educativa capaz de sentir la naturaleza en nosotros, más allá de una comprensión meramente cognitiva de ella.