Orange é o novo gênero: ressignificações e transsignificações do feminino/masculino em formato televisivo para plataforma web

Revista Culturas Midiáticas

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ISSN: 1983-5930
Editor Chefe: Dra. Isabella Chianca Bessa Ribeiro do Valle
Início Publicação: 12/08/2008
Periodicidade: Semestral
Área de Estudo: Ciência da informação, Área de Estudo: Comunicação, Área de Estudo: Artes

Orange é o novo gênero: ressignificações e transsignificações do feminino/masculino em formato televisivo para plataforma web

Ano: 2015 | Volume: 8 | Número: 2
Autores: MONTORO, Tania Siqueira, DALA SENTA, Clarissa Raquel Motter
Autor Correspondente: MONTORO, Tania Siqueira | taniamontoro@unb.br

Palavras-chave: gênero, televisão, web, imaginário

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Em uma cultura de massas na qual predominam, nos produtos midiáticos, visões estereotipadas sobre gênero e seus atravessamentos de raça, etnia, idade e sexualidade, o novo formato televisivo para plataforma web tem permitido uma difusão de narrativas com visões mais complexas sobre as feminilidades e as masculinidades.A série televisual Orange is the new black, produzida e distribuída pela empresa Netflix, destaca-se como produto audiovisual contemporâneo que, conjugando drama e comédia, possibilita uma leitura contestadora dos antagonismos de gênero, configurando-se como um caminho narrativo para novas conjecturas de poder no imaginário televisivo.



Resumo Inglês:

In a mass culture in which media products work to strengthen stereotyped views of gender and their crossings of race, ethnicity, age and sexuality, the new television format to web platform has allowed construction of narratives with more complex viewson female and male. The television series Orange is the new black, produced and distributed by the company Netflix, presents itself as an important example of contemporary audiovisual product which, combining drama and comedy, provides an oppositional reading of gender antagonisms, setting up as a narrative way to new conjectures gender and power in the TV imaginary.