POR QUE A LEI DA ATRAÇÃO NÃO FUNCIONA PARA A MAIORIA DAS PESSOAS: UMA ANÁLISE NEUROBIOLÓGICA, EPIGENÉTICA E PSICOSSOMÁTICA A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE JOE DISPENZA E BRUCE H. LIPTON

Edição de Janeiro 2026

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ISSN: 2965-9299
Editor Chefe: Dra. Profª Adriana Alves Farias
Início Publicação: 30/01/2026
Periodicidade: Mensal
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Educação

POR QUE A LEI DA ATRAÇÃO NÃO FUNCIONA PARA A MAIORIA DAS PESSOAS: UMA ANÁLISE NEUROBIOLÓGICA, EPIGENÉTICA E PSICOSSOMÁTICA A PARTIR DAS CONTRIBUIÇÕES DE JOE DISPENZA E BRUCE H. LIPTON

Ano: 2026 | Volume: 8 | Número: 1
Autores: ANTÔNIA BRAZ
Autor Correspondente: ANTÔNIA BRAZ | revistasterritoriosbr@gmail.com

Palavras-chave: Lei da Atração; Neurociência; Epigenética; Subconsciente; Psicossomática.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A Lei da Atração tornou-se amplamente difundida nas últimas décadas como uma explicação para a manifestação de eventos desejados por meio do pensamento positivo, da intenção consciente e da visualização mental. Apesar de sua popularização, observa-se que a maioria das pessoas que adota tais práticas não alcança resultados consistentes, sustentáveis ou mensuráveis. Este artigo propõe uma análise crítica desse fenômeno a partir de uma abordagem interdisciplinar, integrando contribuições teóricas de Joe Dispenza e Bruce H. Lipton com fundamentos da neurociência, da psicologia do comportamento, da epigenética e da psicossomática contemporânea. Defende-se que o fracasso recorrente da chamada Lei da Atração não reside na mente consciente, mas na permanência de padrões neurobiológicos, emocionais e somáticos condicionados, que operam predominantemente de forma inconsciente. Argumenta-se que a transformação efetiva exige coerência psicofisiológica e reprogramação profunda da memória corporal, indo além da intenção cognitiva e do pensamento positivo.