O presente artigo tem por objetivo defender a substituição do apenado que está no regime aberto, pela monitoração eletrônica por tornozeleira no sistema prisional brasileiro. Para embasar essa discussão apresento os problemas relacionados ao sistema carcerário como a superlotação, os altos custos com o encarcerado e a necessidade de melhorar as técnicas e recursos em ressocialização. O sistema não tem conseguido alcançar suas metas, que é o de recuperar e reintegrar os detentos à sociedade, apresento um panorama do sistema prisional brasileiro (Arruda, 2011) com a evolução da população prisional (SISDEPEN). Para melhor compreensão deste assunto, abordo, ainda, os conceitos de sistema prisional, regime fechado, semiaberto e aberto (Adorno, 2000). E, por fim, destaco o surgimento da monitoração eletrônica (Garibaldi, 2008) e seus benefícios como a medida protetiva (Burri, 2011).