Resistência bacteriana a antibióticos na pediatria: uma revisão sistemática.

Revista OWL (OWL Journal)

Endereço:
Campina Grande - PB
Campina Grande / PB
Site: https://www.revistaowl.com.br/
Telefone: (83) 8194-2767
ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

Resistência bacteriana a antibióticos na pediatria: uma revisão sistemática.

Ano: 2026 | Volume: 4 | Número: 3
Autores: Raiane Alves Araújo, Camilla Alves Corrêa, Nicolas Dias Silva, Anna Luiza Pires Vieira, Renato Dias D’Andréa
Autor Correspondente: Raiane Alves Araújo | contato@revistaowl.com.br

Palavras-chave: Infecções bacterianas, Criança, Práticas de prescrição, Saúde da criança

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Introdução: O estudo aborda a resistência bacteriana em crianças decorrente do uso excessivo de antibióticos. Esses medicamentos são fundamentais no tratamento de infecções bacterianas, especialmente na pediatria, devido à ação bacteriostática e bactericida. No entanto, o uso inadequado tem contribuído para o aumento da resistência bacteriana, comprometendo a eficácia terapêutica. O problema é agravado por práticas como prescrições excessivas, automedicação e falta de orientação adequada. Objetivo: Identificar as principais bactérias resistentes a antibióticos em crianças e analisar os riscos e consequências do uso excessivo desses medicamentos para a saúde infantil. Metodologia: Revisão sistemática de literatura, com estudos publicados entre os anos de 2018 e 2025, em inglês, espanhol e português, que envolvam crianças de 0 a 15 anos e abordem resistência bacteriana na área pediátrica nas bases de dados SciELO, LILACS, PubMed, Cochrane Library, Scopus e fontes governamentais. Resultados: Os estudos evidenciam o uso indiscriminado de antibióticos em pediatria e o aumento de cepas multirresistentes. As principais bactérias encontradas foram E. coli, K. pneumoniae e S. aureus, com destaque para infecções urinárias e respiratórias. Conclusão: O enfrentamento da resistência antimicrobiana na pediatria exige uma abordagem integrada que envolva vigilância epidemiológica, políticas públicas eficazes, educação em saúde e fortalecimento da prática clínica baseada em evidências.