SAÚDE MENTAL E A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA DOCÊNCIA

Edição de Junho 2026

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ISSN: 2965-9299
Editor Chefe: Dra. Profª Adriana Alves Farias
Início Publicação: 30/06/2026
Periodicidade: Mensal
Área de Estudo: Ciências Humanas, Área de Estudo: Educação

SAÚDE MENTAL E A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA DOCÊNCIA

Ano: 2026 | Volume: 8 | Número: 6
Autores: CRISTIANE CORDEIRO PIRES
Autor Correspondente: CRISTIANE CORDEIRO PIRES | revistasterritoriosbr@gmail.com

Palavras-chave: Educação básica; Docência; Inteligência emocional; Formação docente; Saúde Mental.

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

A docência na Educação Básica constitui uma prática complexa, pois envolve não apenas a mediação dos conhecimentos escolares, mas também a formação humana, a organização de situações didáticas e a construção de relações pedagógicas no cotidiano escolar. Nesse cenário, a inteligência emocional apresenta-se como uma competência relevante para que o professor reconheça, compreenda e regule suas emoções, além de lidar de forma adequada com as emoções dos estudantes. As demandas da profissão, como a sobrecarga de trabalho, os conflitos interpessoais, a diversidade discente e os diferentes contextos sociais, evidenciam desafios significativos para a atuação docente. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento da inteligência emocional pode favorecer práticas mais reflexivas, empáticas e equilibradas, contribuindo para a mediação de conflitos, o fortalecimento dos vínculos escolares e a construção de ambientes mais acolhedores para o ensino e a aprendizagem. Este estudo teve como objetivo geral: analisar os desafios e as possibilidades da inteligência emocional para a docência na Educação Básica. A metodologia adotada foi a revisão de literatura através da busca de materiais de cunho científicos publicados entre 2005 e 2026. Conclui-se que a inteligência emocional constitui um elemento relevante para a docência na Educação Básica, pois contribui para o enfrentamento das demandas pedagógicas, relacionais e emocionais presentes no cotidiano escolar. Embora sua efetivação encontre desafios, como a sobrecarga docente e os conflitos interpessoais, suas possibilidades apontam para práticas mais empáticas, reflexivas e humanizadas.