Objetivo: mapear as evidências sobre o uso da variabilidade da frequência cardíaca como preditor da fragilidade em pessoas idosas. Métodos: revisão de escopo realizada em oito bases de dados nacionais e internacionais e em dois catálogos de teses e dissertações, sem restrição temporal ou de idioma. Foram incluídos estudos que abordaram pessoas idosas (população), a variabilidade da frequência cardíaca (conceito) e sua aplicação na avaliação ou predição da fragilidade (contexto). A seleção dos estudos foi realizada por revisores independentes, e os dados foram sintetizados de forma descritiva. Resultados: foram incluídos 15 estudos, os quais evidenciaram o uso da variabilidade da frequência cardíaca associada a outros marcadores funcionais, bem como o crescente emprego de sensores vestíveis na avaliação da fragilidade. Conclusão: a variabilidade da frequência cardíaca configura-se como um marcador fisiológico promissor para a triagem precoce da fragilidade em pessoas idosas, com potencial para subsidiar um cuidado mais eficaz e oportuno. Contribuições para a prática: os achados podem apoiar o monitoramento da saúde da pessoa idosa e o planejamento de intervenções centradas no paciente no contexto da fragilidade.
Objective: to map the evidence on the use of heart rate variability as a predictor of frailty in older adults. Methods: scoping review conducted in eight national and international databases and two thesis and dissertation catalogs, with no time or language restrictions. Studies addressing older adults (population), heart rate variability (concept), and its application in the assessment or prediction of frailty (context) were included. Study selection was performed by independent reviewers, and the data were synthesized descriptively. Results: 15 studies were included, which highlighted the use of heart rate variability in association with other functional markers, as well as the increasing use of wearable sensors in frailty assessment. Conclusion: heart rate variability is a promising physiological marker for the early screening of frailty in older adults, with the potential to support more effective and timely care. Contributions to practice: the findings may support monitoring of older adults’ health and the planning of patient-centered interventions in the context of frailty.