Conduzido pela Rã Azul, por Runuwã, Bom Floral e sensibilidades de existências mínimas que batalham por mais realidade, este ensaio viaja pelo Reino de Vajucá –território experimental de subjetividades dissidentes, docências ativas e leitores que ainda não existem –, propondo educações para o corpo, a voz, a presença e a alma, carregadas por fabulações e encantarias ancestrais –ficções como atos políticos exigentes e, quase sempre, incômodos: a terra como um território artístico; a vida como um ofício delirante de diferenças; a educação como transdisciplinaridades de modos não humanos.
Led by the Rã Azul, by Runuwã, Bom Floral, and virtualitiesof minimal existence that fight for more reality, this essay journeys through Vajucá –an enchanted territory of dissident subjectivities and readers that do not yet exist –, proposing educations for the body, voice an soul, carried by the transdiciplinarity –almost always unsettling –of ancestral heterogeneous enchantments: the earth as an artistic territory; life as a delirious craft of differences and enchant ments; educations as an experience of no-human sensibilities.
Guiado por la Rã Azul, por Runuwã, Bom Floral y virtualidades de existência mínima que luchan por más realidade, este ensayo viaja por el Reino de Vajucá –território encantado de subjetividades dissidentes y lectores que aún no existen –, proponiendo educaciones para el cuerpo, la voz y el alma, impulsadas por transdisciplinariedades fabulativas, casi siempre incómodas, de encantos heterogéneos ancestrales: la tierra como um território artístico; la vida como un oficio delirante de diferencias y encantamentos; la educación como uma experiência de sensibilidades también no humanas.