Qualidade física de grãos de feijão preto (Phaseolus vulgaris L.) produzidos e comercializados na Amazônia Oriental, região Norte do Brasil

Revista OWL (OWL Journal)

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ISSN: 2965-2634
Editor Chefe: Avaetê de Lunetta e Rodrigues Guerra
Início Publicação: 03/04/2023
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

Qualidade física de grãos de feijão preto (Phaseolus vulgaris L.) produzidos e comercializados na Amazônia Oriental, região Norte do Brasil

Ano: 2026 | Volume: 4 | Número: 5
Autores: João Paixão dos Santos Neto, Karla Vitória Lopes Monteiro, João Vitor Abreu Campos, Jorge Assunção da Costa Neto, Sinandra Carvalho dos Santos Fernandes, Kelly de Nazaré Maia Nunes, Claudete Rosa da Silva, José Nilton da Silva, Vicente Filho Alves Silva, Ayres Fran da Silva e Silva, Joana Cláudia Zandonadi Pinheiro, Ligiana Lourenço de Souza, Osnan Lennon Lameira Silva, Priscilla Andrade Silva
Autor Correspondente: João Paixão dos Santos Neto | contato@revistaowl.com.br

Palavras-chave: Aspecto físico, Classificação, Segurança alimentar

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

O feijão preto (Phaseolus vulgaris L.) é a leguminosa mais consumida e produzida no Brasil, mas sua qualidade física comercial em regiões tropicais ainda é pouco conhecida. Este estudo avaliou a qualidade física de grãos de feijão preto comercializados em feira livre no município de Santana do Araguaia (PA), na Amazônia Oriental, região Norte do Brasil. Utilizou-se como parâmetro a Instrução Normativa MAPA nº 12/2008. Foram determinados os percentuais de impurezas, insetos mortos, matérias estranhas, defeitos leves, grãos mofados/ardidos/germinados, carunchados, teor de umidade, biometria e massa de 30 grãos. Os resultados mostraram ausência de impurezas e insetos mortos. Para matérias estranhas (0,80%) e defeitos leves (10,01%), os grãos foram classificados como Tipo 2. No entanto, o percentual de grãos mofados, ardidos e germinados (37,60%) superou drasticamente o limite máximo permitido de 1,5%, resultando na desclassificação do lote. O teor de umidade (15,95%) também ficou acima do recomendado (14,00%). Conclui-se que o feijão preto comercializado no Sul do Pará apresenta qualidade física insatisfatória e risco potencial à saúde do consumidor, evidenciando a necessidade de fiscalização e estudos complementares sobre micotoxinas.