A patologia do plágio: uma denúncia urgente

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ISSN: 2237–9185
Editor Chefe: Nelson Luiz Reyes Marques
Início Publicação: 02/07/2012
Periodicidade: Trimestral
Área de Estudo: Multidisciplinar

A patologia do plágio: uma denúncia urgente

Ano: 2024 | Volume: 8 | Número: Não se aplica
Autores: Milagros Elena Rodriguez
Autor Correspondente: Milagros Elena Rodriguez | reducarmais@gmail.com

Palavras-chave: Mejunje, Patologia, Plágio, Hermenêutica, Ecosofia, Diatopia

Resumos Cadastrados

Resumo Português:

Analisamos a menjunje a patologia do plágio como uma denúncia urgente. Realizamos uma pesquisa transmetódica no complexo projeto decolonial planetário, com as hermenêuticas compreensiva, eco-sociológica e diatópica; com os momentos analítico-empírico e propositivo.  Alertamos para os momentos propositivos: A banalização do saber no ensino-pesquisa como vandalismo. É improvável que uma complexa trans-metodologia decolonial planetária seja ao mesmo tempo uma metodologia, dizer isso é fazer uma mistura; uma inconsistência paradigmática. Cometem-se falácias nas concepções de tempos contínuos e disjuntos em projectos modernistas-pós-modernistas-coloniais, transmodernistas. Cometer tais incoerências é estar com um pé na poça e outro na mistura. Como incluir e ser um pensador complexo sob exclusão, minimização e para continuar a encobrir as vítimas da colonialidade? Isso faz parte da mistura, assim como o plágio, a inveja machista e outras ações antiéticas na síndrome procrusteana. A confusão entre informação e conhecimento-conhecimento faz parte do desenvolvimento de sistemas lógico-matemáticos com os quais se desenvolve a inteligência artificial. A confiança crescente nas ferramentas de inteligência artificial para detetar o plágio é uma faca de dois gumes, porque com a inteligência artificial comete-se o plágio. Cuidado com as provocações do mercado, onde as teses plagiadas são comercializadas para serem vendidas aos incautos. Publicar por publicar não é atuar a favor da humanidade.



Resumo Inglês:

We analyzethe menjunje a pathology of plagiarism as an urgent denunciation. We carry out a transmethodical research in the complex planetary decolonial decolonial project, with the comprehensive, ecosophical and diatopic hermeneutics; with the analytical -empirical and propositive moments. We alert in the propositive moments: The trivialization of knowing in teaching-research as vandalism. It is improbable that a complex planetary decolonial trans-methodology is at the same time a methodology, to say this is to make a concoction; a paradigmatic inconsistency. Fallacies are committed in the conceptions as continuous and disjunct times in modernist-postmodernist-colonial, transmodernist projects. To commit these inconsistencies is to be with one foot in the puddle and the other in the concoction. How to include and be a complex thinker under exclusion, minimization and to continue covering up the victims of coloniality? This is part of the concoction, as well as plagiarism, machismo envy and other unethical actions in the procusto syndrome. The confusion between information and knowledge-knowledge is part of the development of logical-mathematical systems with which artificial intelligence develops. The increasing reliance on artificial intelligence tools to detect plagiarism is a double-edged sword, because with artificial intelligence plagiarism is committed. Taking care of ourselves in the midst of market provocations, where plagiarized theses are being marketed. Taking care of ourselves in the midst of the provocations of the market, where plagiarized theses are marketed to be sold to the unwary. To publish for the sake of publishing is not to act in favor of humanity.



Resumo Espanhol:

Se analiza el menjunje una patología de plagio como una denuncia urgente.Realizamos una investigación transmetódica en el proyecto decolonial planetario complejo, con la hermenéutica comprensiva, ecosófica y diatópica; con los momentos analíticos –empíricos y propositivos. Alertamos en los momentos propositivos: La banalización del conocer en la docencia-investigación como vandalismo. Es improbable que una transmetodología decolonial planetaria compleja sea al mismo tiempo una metodología, decir esto es hacer un mejunje; una inconsistencia paradigmática. Se comenten falacias en las concepciones como tiempos continuos y disjuntos en los proyectos modernistas-postmodernistas-coloniales, transmodernistas. Cometer esas inconsistencias así es estar con un pie en el charco y otro en el mejunje.¿Cómo incluir y ser pensador complejo bajo la exclusión, la minimización y seguir encubriendo las víctimas de la colonialidad?Eso forma parte de mejunje, así como el plagio, la envidia por machismo y demás accionares antiéticos en el síndrome del procusto. La confusión entre información y conocimientos-saberes es parte del desarrollo de sistemas lógicos-matemáticos con lo que la inteligencia artificial se desarrolla. La creciente dependencia de las herramientas de inteligencia artificial para detectar el plagio es un arma del doble filo, pues con la inteligencia artificial se comete plagio. Cuidándonos en medio de las provocaciones del mercado, donde se comercializan con tesis plagiadas para ser vendidas al incauto. Publicar por publicar no es accionar a favor de la humanidad.